31
de
outubro
Alô, mamãe!
Detalhes da comemoração da vitória no Hotel Intercontinental, em São Paulo, revelam curiosidades que vão além do cantor-vereador Agnaldo Timóteo gritando "Viva o presidente Lula!" e puxando um "Parabéns pra você" com aquele vozeirão de motorista da Ângela Maria. O neogovernador baiano Jaques Wagner, por exemplo, que é carioca e judeu, ligou para a mãe, no Rio de Janeiro, falou um pouco e estendeu o telefone para Lula: "Presidente, dá um beijo na minha mãe". Fez lembrar o ator Jonas Bloch, na entrevista em que demarcou a diferença entre a mãe judia e a outra: a mãe católica diz para o filho à mesa do almoço "Come tudo senão eu te mato". A mãe judia diz "Come tudo senão eu me mato".

